| ABDC | Coassina, com Brasscom, TelComp e outras entidades, o documento pós-sanção que pressiona o Confaz por redução de ICMS nos equipamentos de data center. |
| ABES | Coassina, com Brasscom, TelComp e outras entidades, o documento pós-sanção que pressiona o Confaz por redução de ICMS nos equipamentos de data center. |
| Brasscom | Porta-voz mais ativo do setor pró-Redata: estima US$ 92 bilhões em investimentos em cinco anos, classificou a sanção como "passo decisivo" para o protagonismo do Brasil na economia digital e argumenta que o regime elimina uma desvantagem de custo de até 30% frente à média internacional. Após a sanção, mudou o tom para cobrança: "governo federal fez a parte dele — falta a contrapartida estadual com o ICMS." Coassina, com TelComp, CNI, Conexis, ABDC, ABES, Assespro, Fecomercio SP, Firjan, NEO, Fenainfo, ABEP-TIC, Associação Brasil Digital e dig.ia, o documento pós-sanção que pressiona o Confaz por redução de ICMS nos equipamentos de data center (Telesíntese). |
| Cimi | Conselho Indigenista Missionário. Signatário da nota "O REDATA não deve avançar" (31/08/2026) — relevante também ao caso do Data Center Pecém em Caucaia (CE), que envolve consulta ao povo indígena Anacé. |
| CNI | Coassina, com Brasscom, TelComp e outras entidades, o documento pós-sanção que pressiona o Confaz por redução de ICMS nos equipamentos de data center. |
| Coalizão Direitos na Rede | Reúne, segundo a cobertura, mais de 50 organizações. Uma das articuladoras da nota pública "O REDATA não deve avançar" (31/08/2026), que reuniu também LAPIN, IP.rec, Idec, Instituto Terramar, Coding Rights, Intervozes, Inesc, Instituto Sigilo, Cimi e Rede pela Soberania Digital, além de sindicatos e movimentos sociais não nomeados individualmente na cobertura. |
| Conexis | Coassina, com Brasscom, TelComp e outras entidades, o documento pós-sanção que pressiona o Confaz por redução de ICMS nos equipamentos de data center. |
| Idec | Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor. Um dos signatários identificáveis da nota pública "O REDATA não deve avançar" (31/08/2026), lançada na véspera da votação no Senado. |
| LAPIN | Laboratório de Políticas Públicas e Internet. Signatário da nota "O REDATA não deve avançar" (31/08/2026). Chegou a chamar publicamente a mudança de redação sobre fonte de energia elegível (Emenda de Redação nº 42) de "manobra ilegítima que pode permitir o uso de gás natural e energia nuclear para data center" — nota de repúdio específica ainda não aprofundada nesta apuração (ver verbete de Laércio Oliveira). |
| TelComp | Por seu presidente executivo Luiz Henrique Barbosa, defende que "não se trata de renúncia fiscal, mas de correção de assimetria", citando a concorrência direta do Brasil com Chile, México, Canadá e Índia por investimentos em data centers. |